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Guns N' Roses: ex-empresário insinua que Axl é bissexual
O ex-empresário do GUNS N’ ROSES, ALAN NIVEN, falou semana passada com o site estadunidense LEGENDARY ROCK INTERVIEWS e ... [Clique Aqui e Leia Mais]
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Phil Collins: reafirma que não quer mais fazer shows

terça-feira, 19 de junho de 2012
Destruction: Homenagem em Thrash 'Til Death?
Há um trecho na música que eles citam os álbuns: Pleasure to Kill (KREATOR) e Bonded By Blood (EXODUS), muitos já devem ter reparado nisso.
Em inglês:
"They can't break our will
We have the pleasure to kill
We are bonded by blood
Again they will rot"
Tradução:
"Eles não podem quebrar nossa vontade
Nós temos o prazer de matar
Somos ligados por sangue
Novamente eles irão apodrecer"
Coincidência ou fato? Tirem suas conclusões!
Letra completa:
Metal revolution - possessed we fight hand in hand
Sardonic aversions - only in union we stand
Depressive perspective - gives us a place to retreat
Never divided - no discussions stay to the roots
Real cultured - out of plastic - can't share their philosophies
Sarcasm and passion - we have our own forces
Dictators predators - won't rule our black hearts
Bestial invasion - explodes in our evil souls
They can't break our will
We have the pleasure to kill
We are bonded by blood
Again they will rot
Thrash 'til death
Thrash 'til death
Immortal soul takes control - immortal soul
Thrash 'til death
Immortal soul takes control - immortal soul
Thrash 'til death
Discover our history - this rebellion ain't a fuckin' trend
Stillborn music - swallow our self-defence
Metal revolution - possessed we fight hand in hand
Eternal conviction - only in union we stand
Thrash 'til death!
Skid Row: Bolan e Snake recusaram inclusão de ‘I Remember You’ em ‘Rock of Ages’

A adaptação cinematográfica do sucesso da Broadway, ‘Rock of Ages’ estreou no fim de semana passado com resultados decepcionantes.
O filme com Tom Cruise ficou em terceiro lugar nas bilheterias com receita de apenas US$ 15 milhões, o que o deixou atrás de ‘Madagascar 3’ [US$35.5 milhões] e ‘Prometheus’ [20.2 milhões].
‘Rock of Ages’ é descrito como uma história de amor contada com a música do Bom Jovi, Journey, Poison, Twisted Sister e outros artistas dos anos 80.
Uma das faixas que os fãs NÃO vão ouvir no filme é o sucesso do Skid Row, ‘I Remember You’.
O ex-vocalista do Skid Row, Sebastian Bach, atualmente em turnê para divulgar seu último disco, ‘Kicking & Screaming’, conta mais da história para Cristina Massei do site Sonic Shocks.
‘A real é que Snake [Dave Sabo, guitarrista] e Rachel [Bolan, baixista], que co-escreveram ‘I Remember You’, recusaram-se a licenciá-la pára o filme’, explica Bach. ‘Os produtores de ‘Rock of Ages’ queriam ‘I Remember You’ na peça e no filme, mas Snake e Rachel não gostam de dinheiro [risos]. Eles tem aversão a dinheiro. Eles preferiam não ter dinheiro. Eu não sei porquê – você pode entrevistá-los a respeito – mas essa é a verdade. A peça queria a música e eles disseram que não a queriam no filme – porque dinheiro é ruim’
A faixa foi o terceiro single do disco homônimo de 1989 do Skid Row e chegou à sexta posição das paradas estadunidenses.
Robert Trujillo: ‘O Sabbath me dava pesadelos’

Na imensa edição de 172 páginas da revista inglesa METAL HAMMER, na qual se celebra o BLACK SABBATH, alguns grandes nomes do Metal falam sobre a influência dos pais do Metal – incluindo o METALLICA, SLAYER, ZAKK WYLDE, SLASH, BEHEMOTH e outros.
“Escolher a melhor música do Sabbath é impossível!”, ri o baixista do METALLICA, ROB TRUJILLO. “’Symptom Of The Universe’ porque é tão forte, esmagadora e implacável. ‘Sweet Leaf’ porque era meu segundo show com Ozzy em Las Vegas em 1996. ‘Sweet Leaf’ era a deixa pra eu e Ozzy darmos início a uma sequência do show, parecia que dançávamos a dança do siri!”
“A faixa-título ‘Black Sabbath’ foi a primeira deles que eu me lembro de ter ouvido. Eu tinha 11 anos de idade e o irmão maconheiro de um amigo meu disse, ‘Ouve isso e fica olhando pra capa do disco’. Era uma garagem escura com luzes negras e lava lamps. Eu tive pesadelos depois daquilo. Nunca mais fui o mesmo…”
Produtora: nega shows do Mudhoney no Brasil
A notícia dos shows foi publicada no site do jornal Folha de S.Paulo no último final de semana, o que causou certo alvoroço entre os fãs do grupo. Porém, a produtora Inker divulgou através das redes sociais uma nota negando esses shows. Confira abaixo:
“URGENTE! O site Folha Ilustrada - o caderno de cultura do jornal Folha de S.Paulo - publicou ontem (16) uma nota errada sobre o Mudhoney. A Folhaonline afirmava que a banda viria ao Brasil se apresentar no CLASH CLUB em outubro. Esta informação não procede e nem a Inker Agência (responsável pelo Mudhoney na América do Sul), nem a Clash Club confirmaram-na ao veículo! Coincidentemente as datas são as mesmas dos shows que o Mudhoney fez ali em 2008, então, aí deve estar a confusão toda...”
O Mudhoney é uma das bandas precursoras do que se convencionou chamar de Grunge. O último trabalho de estúdio lançado pelo grupo foi “The Lucky Ones”, de 2008.
Opeth: Vocalista regrava clássico do Genesis
A gravação é uma colaboração entre Åkerfeldt eo ex-guitarrista do Genesis, Steve Hackett. A música “Supper’s Ready” faz parte do álbum “Foxtrot”, lançado pelo grupo inglês de Rock Progressivo em 1972. Nessa época o Genesis ainda contava com os vocais de Peter Gabriel. Confira um vídeo da música original, ao vivo, logo abaixo.
Apesar do anúncio da parceria, não foram divulgados detalhes sobre o projeto.
Rush: Turnê terá seção de cordas em shows

02. BU2B
03. Clockwork Angels
04. The Anarchist
05. Carnies
06. Halo Effect
07. Seven Cities of Gold
08. The Wreckers
09. Headlong Flight
10. BU2B2
11. Wish Them Well
12. The Garden
Alice Cooper: afirma que Lady Gaga é a sua versão feminina

Ozzy Osbourne: Filho de Ozzy é diagnosticado com esclerose múltipla

sábado, 16 de junho de 2012
Radiohead: palco no Canadá cai e fã morre
Usando a conta oficial do twitter, o grupo informou ao público o cancelamento da apresentação, por causa de “circunstâncias imprevistas”. Ainda não se sabe qual é a causa da queda da estrutura nem as causas da morte do fã. As informações são do site de celebridades TMZ.
Demo Clipe: a evolução natural das demos em fita e CD?
O tempo passou, a tecnologia obrigou as bandas a aposentarem a velha fita cassete e a substituí las pela qualidade inquestionável dos CD´s.
A digitalização facilitou os processos de gravação e, apesar de ainda onerosas, a confecção do “Demo CD” tornou se a forma obrigatória de apresentação de uma nova banda ao mercado. O velho conceito de que o importante era criar seu próprio som e grava lo do jeito que desse estava definitivamente sepultado.
Para chamar a atenção um “Demo CD” precisava ter qualidade sonora e visual. De preferência com apresentação impecável. A imagem era “quase tudo” no mundo do rock e “tudo” no mundo do pop.
Sua divulgação dependia quase que exclusivamente das revistas especializadas e de um ou outro programa de rádio que por motivos óbvios (falta de tempo e espaço) não dava conta da demanda de boas bandas que apareciam. A seleção de quem era notícia ou ia ao ar dependia de quem chamasse mais a atenção e é claro que uma boa capa aliada a um bom release ajudava muito nessa hora. O bom e velho “boca a boca” também ajudava, mas não colocava ninguém na mídia.
Foi quando chegou a Internet e com ela o Napster, programa de compartilhamento de arquivos que mudou o mundo da música como nunca antes.
A facilidade de acesso e o custo quase zero está praticamente enterrando as mídias físicas sete palmos abaixo da terra. Chegamos enfim a tal “Era Digital”!
Brigas na justiça, lobby de gravadoras, discussões públicas que expuseram bandas e arranharam sua reputação, “chororô” de músicos e gravadoras que vendiam milhões. Nada disso adiantou e os sites de downloads estão por aí. E mesmo que se feche um, outros dois serão abertos. O caminho é sem volta e o famoso “sistema” insiste em lutar contra.
Dentre tantas interrogações que visam prever o futuro uma me chamou a atenção porque, pelo menos em meu ponto de vista, está começando a ser respondida:
“Qual a forma mais eficiente de se promover uma banda que acabou de sair do forno?”
Como produtor do Programa MultRock tenho notado uma tendência crescente ao escolher os clipes das novas bandas autorais que vamos ajudar a divulgar no programa: a maioria delas prefere investir seus recursos financeiros na edição de um clipe bem produzido do que na gravação de um álbum com dez ou doze músicas.
Ao longo dos meses fui entrando em contato com cada uma delas para pedir informações e autorizações de exibição e notei que em alguns casos a banda sequer havia feito um show ao vivo! Outras tinham apenas três canções gravadas!
Mas todas tinham seu próprio site e disponibilizam suas composições para download gratuito.
O detalhe mais interessante é que os clipes têm uma produção impecável e utilizam o que há de mais moderno em termos de edição. Quando a banda promove o lançamento do clipe nas redes sociais já se referem a ele como “nosso novo single” ou “nosso primeiro single”. Isso me lembra muito o Compact Disc, muito popular nas décadas de 60, 70 e início da de 80.
Será que é uma volta no tempo?
Pelo que parece, e ao contrário do que se pensava, o número de downloads nos sites talvez não tenha a mesma importância que o número de visualizações no Youtube.
O que define o sucesso ou o anonimato de uma banda é o número de pessoas que visualizaram o seu som. Deu pra entender? “Visualizar o seu som”...
Não é incomum que alguns músicos possuam uma rede de amigos que diariamente tem o trabalho de dar um ou mais “plays” nos sites de hospedagem dos clipes.
Dentre as boas bandas que conheci nessas circunstâncias três delas me chamaram a atenção pela qualidade de suas músicas e de seus clipes: TRIGGERZ, DIRTY GLORY E TIER.
Essa última conseguiu até colocar a modelo e ex dançarina do latino, Andressa Urach no clipe da música “Sem Saída” que foi apresentada na 10ª edição do MultRock e que você pode conferir no link abaixo.
Diante dessa “nova ordem mundial” só me resta acreditar que o futuro das bandas iniciantes está no “Demo Clipe” e na volta da divulgação “boca a boca”, ou melhor, “página a página” já que as redes sociais invadiram nossa vida e se tornaram uma importante ferramenta de divulgação. Sinais da revolução tecnológica.
E assim será por um bom tempo. Ou até que uma nova revolução nos pegue de surpresa.
Mick Jagger: modelo diz que ele tem o menor pênis do mundo
A ex-modelo foi uma das muitas namoradas que Jagger teve durante os anos 80. “Ele é o maldito Sir Mick com seu ‘pauzinho’. É bem minúsculo”, esbravejou Janice. “Eu vou desprezar ele até o fim da minha vida”, completou. O motivo de tanta raiva pode residir no fato de que Jagger terminou com a modelo via telefone, o que não é lá muito respeitoso.
Rolling Stone: os 100 melhores álbuns dos anos 90
1. Nirvana – Nevermind (1991)
2. Dr. Dre – The Chronic (1993)
3. Radiohead – OK Computer (1997)
4. U2 – Achtung Baby (1991)
5. Lauryn Hill – The Miseducation of Lauryn Hill (1998)
6. Pearl Jam – Ten (1991)
7. Nirvana – In Utero (1993)
8. The Notorious B.I.G. - Ready to Die (1994)
9. Beck – Odelay (1996)
10. Pavement – Crooked Rain, Crooked Rain (1994)
11. Outkast – Aquemini (1998)
12. Tom Petty – Wildflowers (1994)
13. Beastie Boys – Ill Communication (1994)
14. Snoop Doggy Dogg – Doggystyle (1993)
15. Lucinda Williams – Car Wheels on a Gravel Road (1998)
16. Metallica – Metallica (1991)
17. Jay-Z – Reasonable Doubt (1996)
18. R.E.M. - Automatic for the People (1992)
19. Red Hot Chili Peppers – Blood Sugar Sex Magik (1991)
20. Liz Phair – Exile in Guyville (1993)
21. Radiohead – The Bends (1995)
22. Jeff Buckley – Grace (1994)
23. The Smashing Pumpkins – Siamese Dream (1993)
24. Pavement – Slanted and Enchanted (1992)
25. Sublime – Sublime (1996)
26. Nas – Illmatic (1994)
27. Rage Against the Machine – Rage Against the Machine (1992)
28. Madonna – Ray of Light (1998)
29. Wu-Tang Clan – Enter the Wu-Tang (36 Chambers) (1993)
30. Green Day – Dookie (1998)
31. Bob Dylan – Time Out of Mind (1997)
32. Nine Inch Nails – The Downward Spiral (1997)
33. Eminem – The Slim Shady LP (1999)
34. Oasis – (What's the Story) Morning Glory? (1995)
35. Wilco – Being There (1996)
36. A Tribe Called Quest – The Low End Theory (1991)
37. Johnny Cash – American Recordings (1994)
38. Soundgarden – Superunknown (1997)
39. My Bloody Valentine – Loveless (1992)
40. Neil Young – Harvest Moon (1992)
41. Guns N' Roses – Use Your Illusion I & II (1991)
42. PJ Harvey – Rid of Me (1993)
43. TLC – CrazySexyCool (1994)
44. Fugees – The Score (1996)
45. Alanis Morissette – Jagged Little Pill (1995)
46. Jay-Z – Vol. 2 … Hard Knock Life (1998)
47. Portishead – Dummy (1995)
48. Weezer – Pinkerton (1998)
49. Sleater-Kinney – Call the Doctor (1996)
50. 2Pac – All Eyez on Me (1996)
51. Massive Attack – Protection (1994)
52. Pearl Jam – Vitalogy (1994)
53. Tom Waits – Bone Machine (1992)
54. Bruce Springsteen – The Ghost of Tom Joad (1995)
55. Jane's Addiction – Ritual de lo Habitual (1990)
56. LL Cool J – Mama Said Knock You Out (1990)
57. Depeche Mode – Violator (1990)
58. Janet Jackson – Janet (1993)
59. Cypress Hill – Cypress Hill (1991)
60. En Vogue – Funky Divas (1992)
61. U2 – Zooropa (1993)
62. Raekwon – Only Built 4 Cuban Linx … (1995)
63. Mary J. Blige – My Life (1994)
64. Sinead O'Connor – I Do Not Want What I Haven't Got (1997)
65. Erykah Badu – Baduizm (1997)
66. The Notorious B.I.G. - Life After Death (1997)
67. Counting Crows – August and Everything After (1993)
68. R.E.M. - Out of Time (1991)
69. Wyclef Jean – The Carnival (1997)
70. Tricky – Maxinquaye (1995)
71. DJ Shadow – Endtroducing … (1996)
72. The Chemical Brothers – Dig Your Own Hole (1997)
73. Missy Elliott – Supa Dupa Fly (1997)
74. Rage Against the Machine – The Battle of Los Angeles (1999)
75. Belle and Sebastian – If You're Feeling Sinister (1997)
76. The Rolling Stones – Bridges to Babylon (1997)
77. Neil Young & Crazy Horse – Ragged Glory (1990)
78. Oasis – Definitely Maybe (1994)
79. Guided by Voices – Bee Thousand (1994)
80. The Breeders – Last Splash (1993)
81. Björk – Post (1995)
82. The Smashing Pumpkins – Mellon Collie and the Infinite Sadness (1995)
83. Fiona Apple – Tidal (1996)
84. Marilyn Manson – Antichrist Superstar (1996)
85. Pulp – Different Class (1995)
86. Yo La Tengo – I Can Hear the Heart Beating as One (1997)
87. De La Soul – De La Soul is Dead (1991)
88. R. Kelly – R. Kelly (1998)
89. Tom Petty – Into the Great Wide Open (1991)
90. Aaliyah – One in a Million (1996)
91. Pixies – Bossanova (1990)
92. The Flaming Lips – The Soft Bulletin (1999)
93. Air – Moon Safari (1998)
94. Billy Bragg and Wilco – Mermaid Avenue (1998)
95. Nirvana – MTV Unplugged in New York (1994)
96. Aphex Twin – Selected Ambient Works Volume II (1994)
97. The Magnetic Fields – 69 Love Songs (1999)
98. Buena Vista Social Club – Buena Vista Social Club (1997)
99. Luna – Penthouse (1995)
100. Moby – Everything is Wrong (1995)
Ultraje a Rigor: Marcos Kleine é novo consultor Dreamusic
Aos 10 anos, aprendeu sozinho a tocar bateria. Aos 15, passou a tocar guitarra e a dedicação ao instrumento foi tão intensa que, aos 18, já era professor. Dentre os diversos trabalhos nos anos 90, destaca-se sua participação na banda de heavy metal Exhort, com quem gravou dois álbuns. Também nessa década, montou uma banda para criar versões para a guitarra de temas de filmes e seriados conhecidos: nascia assim o Kleine Project.
Fã de Jornada nas Estrelas, o artista fez várias versões dos temas da série, o que deu visibilidade a seu trabalho no exterior e lhe rendeu um convite para fazer a trilha sonora da animação australiana Sev Trek, uma paródia muito bem-humorada de Star Trek.
Mais recentemente, seu talento na guitarra pôde ser ouvido nos shows da Fabulosa Orquestra de Rock’n’Roll, banda idealizada por Roger, do Ultraje a Rigor, e no projeto G80 que conta com nomes como Leoni, Ritchie, Paulo Ricardo, Nasi, Marcelo Nova, Kid Vinil, Blitz entre outros.
Após vasta experiência adquirida nos palcos e em estúdio, Marcos Kleine começou a produzir CDs de vários artistas, além de seus próprios trabalhos, como os álbuns de estreia do Vega e da sua banda instrumental Duo Vision.
Rio de Janeiro: letras de rock citam a cidade maravilhosa
Três bons exemplos dessa típica situação, você pode conferir nas faixas de grandes artistas abaixo:
Uriah Heep - Won't Have to Wait to Long
"So now I'm heading away
Down to Rio de Janeiro
I'll be leaving all my
Lonely times behind
And if I'm looking for love in
Rio de Janeiro
There'll be someone there
I know who'll find the time"
Tradução: "Então agora eu vou embora para o Rio de Janeiro. Estarei deixando todos os meus momentos de solidão para trás. E se eu estou procurando por amor no Rio de Janeiro, haverá alguém lá, eu sei que vou encontrar a tempo"
Alice Cooper - It's Me
"You took a first-class trip to Paris
You danced in the streets of Spain
You followed the sun to Rio de Janeiro
Cuz you got so sick and tired of the
London rain"
Tradução: "Você fez uma viagem de primeira classe para Paris! Você dançou nas ruas da Espanha! Você buscou o sol no Rio de Janeiro! Tudo isso, porque você ficou doente e cansado da chuva em Londres"
Rainbow - Can't Happen Here
Supersonic planes for a holiday boom
Rio de Janeiro in an afternoon
People out of work but there's people on the moon
Looking for the future
Concrete racetracks nationwide
Tradução:"Aviões supersônicos para um 'boom' de férias, Rio de Janeiro em uma tarde. Pessoas de folga, mas há pessoas na lua procurando o futuro. Pistas concretas em nível nacional"
Whitesnake: as músicas da vida de David Coverdale
01. Rock My Plimsoul (Jeff Beck): O album “Truth” teve grande influência em mim, mais do que qualquer outro. E sei que teve o mesmo efeito em Jimmy Page, pois ele me contou quando trabalhamos juntos. Jeff Beck e o The Allman Brothers Band me mostraram a possibilidade de tornar acessível a mistura do Rock com Blues. Foi quando Hendrix começou a mostrar seu talento. Ele abraçou todos os elementos que eu ainda uso – Hard Rock, R&B, riffs de guitarra e melodias ganchudas. Mas ele possuía um aspecto cósmico, extraterrestre, que era de identificar. Apenas adorava sua música e o que ele fez. Mas coisas como Allmans, Jeff com Rod Stewart e o The Kinks, são coisas com as quais sempre ando no bolso.
02. My Generation (The Who): É o Rock perfeito, em minha opinião. Musicalmente, instrumentalmente, vocalmente, liricamente.
03. Jailhouse Rock (Elvis Presley): Sou filho único. Minha mãe foi uma grande cantora. Passei boa parte de meus anos de formação com minha avó materna, que tinha dois filhos mais jovens. E eles tinham um grande e velho gramofone. Lembro do EP de “Jailhouse Rock”. Era interessante, pois não sabíamos bem o que era aquilo, mas conquistava de cara. Muitos podem estranhar, mas ela foi a inspiração para “Still of the Night”.
04. Long Tall Sally (Little Richard): Não sabia que ele era afro americano ou negro, como queiram. Mas queria aprender a fazer aquele som incrível. Não entendia o motivo daquilo ser algo apenas dos negros à época. Então, me esforcei para fazer igual.
05. No Particular Place To Go (Chuck Berry): Chuck é um dos maiores poetas e contadores de história da América. Adoro Shakespeare, mas não vou menosprezar o que essa música significa para mim.
Paul Stanley: o defeito congênito nas orelhas do músico
Stanley é porta-voz do grupo About Face, organização que dá suporte e informação para indivíduos com variações de desenvolvimento da face.
Assista no vídeo abaixo (em inglês) Paul falar sobre sua condição.
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Twisted Sister: Dee conta como Lemmy salvou sua vida

Em um trecho de sua autobiografia, ‘Shut Up And Give Me The Mic’, DEE SNIDER, o frontman do TWISTED SISTER, conta como ele achou que sua primeira visita ao Reino Unido acabaria sendo também sua última.
O Twisted Sister estava abrindo para o MOTORHEAD e o horário que eles subiriam ao palco indicava que o ainda haveria muita iluminação natural – então o costumeiro truque deles de tocar meia música antes que as pessoas pudessem vê-los não iria funcionar.
Snider diz: “Tínhamos sido alertados quanto a potencial reação do público e estávamos surtando. Enquanto estávamos no camarim, Lemmy veio e ofereceu algo que não havíamos pedido, o que surpreendeu a todos. Lemmy se ofereceu para apresentar a banda.
Até hoje eu não tenho certeza de porque Lemmy nos mostrou essa gentileza. Provavelmente seja só a maneira que ele é e uma das razões pelas quais ele é tão bem quisto.”
Quando o Twisted Sister subiu ao palco, os fãs do Motorhead começaram a reagir adversamente, disparando uma bateria de mísseis – até que o herói deles surgiu em cena.
“A plateia congelou”, diz Snider. ‘Lemmy disse: eis alguns amigos meus dos EUA. Ouçam a eles. ’ Não precisou de mais nada.”
O vocalista lembra que, durante sua apresentação, o conceito do que sua banda era exatamente cristalizou-se em sua mente, e ele abandonou “os últimos vestígios da afeminação. Eu me dei conta de meu monstro interior e nunca olhei pra trás.”
Depois do show deles, com os fãs do Motorhead completamente arrebatados, ficaram gritando por mais. A resposta foi tão positiva que Lemmy retornou ao camarim deles e pediu a Snider que reciprocasse o favor.
“Eu entrei no palco e a plateia pirou. Eu apresentei o Motorhead, e daí bati cabeça a cada música deles junto com os fãs. No meio do set, Lemmy se vira, aponta pra mim e diz, ‘Essa é pra ele. Se chama ‘America’.”
Snider revela que uma fonte próxima a ele disse que o líder do Motorhead havia dito: “Essa é a primeira vez que eu fico com medo de tocar depois de outra banda.”
Ele conclui: “Um dia que começou como um pesadelo tinha se tornado em um sonho incrível. Eu sempre serei grato e não sinto nada que não amor por Lemmy”.
$$$: Indústria de shows já é maior que a de discos
E se 2012 for apenas o começo desse processo, uma tendência ainda mais forte acena. “As primeiras indicações do marcado no ano passado [tal como o aumento de 4% em venda de ingressos nos EUA] sugerem que o negócio de música ao vivo pode ter retomado seu crescimento e pode ter SUPERADO EM DEFINITIVO a indústria fonográfica em termos de receita”, Laing descreveu em um relatório publicado na revista Live Music Exchange.

Laing se debate em meio a uma imensidão de dados, e desempenha o papel de pesquisador cauteloso muito bem. Números relacionados a shows são bem difusos e incompletos, e as estimativas globais dificilmente batem. Do lado dos discos de gravações diversas, os dados são bem mais robustos, mas devassados rotineiramente por organizações baseadas em fonografia que os coletam e publicam [como a IFPI, RIAA, BPI, etc.]
O que na verdade toda a compilação de dados feita por Laing muito mais impressionante – e convincente de uma tendência mais ampla. Eis a discriminação da arrecadação de shows em alguns dos maiores mercados do mundo, içados de uma variedade de autoridades regionais [os valores acabam sendo apenas convertidos em dólares estadunidenses, sem levar em conta a realidade econômica de cada país]…

Na maioria dos países, o mercado de turnês está tendo uma retomada, e em alguns países, os dados mostram um cenário muito claro. “Tanto a pesquisa italiana como a britânica podem ser usadas para uma comparação direta”, detalha Laing. “Na Itália, a música ao vivo rendeu 781 milhões de Euros, e a indústria fonográfica movimentou 419 milhões. A pesquisa do Reino Unido relata que os totais de vendas foram de 1.24 bilhões de libras [discos e downloads] e 1.48 bilhões [shows].”
Conseguem ver pra onde isso caminha? Em 2010 a IFPI estimava [ou inflacionava] que o marcado global de fonografia valia 25.8 bilhões de dólares, o que bate o movimento de shows, cravado então em 25 bilhões, estipulados por Laing naquele ano. Tendo dito isso, 2010 foi um ano IMPLOSIVO para shows ao vivo – especialmente nos EUA – e o modesto recomeço do ramo. A indústria fonográfica, contudo, continua a perder espaço – com o faturamento, e não os índices de despacho de unidades, sendo atingido substancialmente.







