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domingo, 30 de outubro de 2011

Críticas de Álbuns: Final Frontier - Iron Maiden




'Sup, Rock -a-rollers !




Hoje trago uma crítica de um álbum já relativamente antigo. O Final Frontier do Iron Maiden.




Acho que não preciso apresentar uma banda com um renome tão grande. O Iron Maiden é simplesmente o Iron Maiden.




Novamente lembrando o e-mail para críticas, sugestões e pedidos especiais: spades.criticas@hotmail.com




Direto ao assunto então !



Final Frontier. O Tão esperado Final Frontier. Lançado pela EMI internacionalmente, e pela UME nos E.U.A no dia 16 de Agosto de 2010. Um pouco ultrapassado certo? Errado. Embora tenha sido lançado há mais de um ano, não tive como passar por cima de tal obra de arte.



O álbum foi largamente esperado pelos fãs, e muito bem recebido por eles e pela mídia em geral. É o 15º álbum da banda, e foi precedido pelo "A Matter of Life And Death"(2006). Porém, esta obra foi um pouco diferente da proposta comum do Maiden. Com uma pegada mais "progressiva" e um som mais trabalhado, além de músicas com durações muito mais longas do que o padrão geral da banda( chegando à marca dos 10;59 na última faixa).



Gravado nos estúdios Compass Point e Cave Studios, o álbum foi produzido por Kevin Shirley, que já produziu - além do próprio Iron Maiden - Led Zeppelin, Rush, Journey e Dream Theater.



A segunda faixa do álbum, "El Dorado" foi disponibilizada para download no dia 5 de Junho de 2010 gratuitamente. Um belo teaser, se me permitem dizer.



Com 76 minutos e 34 segundos de duração, o álbum é dividido em 10 faixas, majoritariamente compostas por Steve Harris, Bruce Dickinson e Adrian Smith.



As faixas são as seguintes( link para as músicas no youtube ):






2 - "El Dorado" ( 6:49 )


3 - "Mother of Mercy" ( 5:20 )


4 - "Coming Home" ( 5:52 )


5 - "The Alchemist" ( 4:29 )


6 - "Isle of Avalon" ( 9:06 )


7 - "Starblind" ( 7:48 )


8 - "The Talisman" ( 9:03 )




10 - "When The Wild Wind Blows" ( 10:59 )




Agora com os dados técnicos já informados, realizo minha parte como crítico.



Excelente álbum. Muito bom mesmo. Infinitamente superior ao "A Matter of Life And Death", mas não é de longe comparável aos velhos clássicos como "Powerslave", "Piece of Mind" ou "The Number of The Beast".



Muitos dizem que o Iron se tornou comercial. Na minha opinião eles foram na direção oposta. Com músicas de 9, 8, 7 minutos, acho que dessa vez os músicos tentaram expôr mais sua alma criativa. Isso é o máximo, porém, é impossível não fazer comparações com seus grandes trabalhos.



Principalmente para os que se dizem fãs, mas que só escutam "Fear of The Dark" e "The Number of The Beast" o álbum ficou chato, cansativo. A diferença de tais fãs para os verdadeiros é a capacidade de ouvir a música como um todo, e sentir a vibração que as músicas passam.



O álbum é controverso, e embora algumas músicas sejam sim, muito longas, o resultado geral ficou impressionante, e em minha humilde opinião como crítico amador, a melhor música é a mais longa: When The Wild Wind Blows tem um efeito impressionante.



Enfim, me despeço e deixo a todos uma ótima semana. Em breve estaremos de volta com mais críticas !



Stay Heavy ! \,,/

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Críticas de Álbuns: Flogging Molly




Boa noite, fãs do Rock 'n' Roll!!!




Prontos para mais uma crítica ?




Já faz algum tempo que eu estou ausente, por razões pessoais e profissionais, mas sempre que posso estou aqui !




Fica aí de novo, o meu endereço de e-mail para aqueles que tiverem alguma dica de crítica, alguma dúvida, sugestão ou reclamação:






Vamos direto ao assunto?




Flogging Molly - Speed of Darkness.




Muitos não conhecem o Flogging Molly, então me sinto na obrigação de apresentar a banda.




O Flogging Molly é uma banda de origem Americana, do estado da Califórnia, e estão na ativa desde 1997. Com um som punk, misturado com as raízes irlandesas do líder e vocalista Dave King, os caras fazem um som celta RASGADO, com letras impactantes e um som muito bem estruturado.




Dave King por detalhe, foi vocalista da banda "Fastway", grupo formado por nada mais nada menos do que "Fast" Eddie Clarke(Motörhead) e Pete Way(UFO). É um cara a ser observado e ouvido com calma.




O conjunto ficou famoso por sons como "Drunken Lullabies", "Salty Dog" e "Seven Deadly Sins", alcançou várias vezes o topo da Billboard e foi premiada com diversos discos de Ouro. Nada mal para uma banda independente, não é?




O novo disco "Speed of Darkness" foi lançado em 31 de Maio na América, mas só chegou aos mercados Europeu e Sul-Americano em Agosto.




Produzido por Ryan Hewitt, que já produziu bandas como Red Hot Chilli Peppers e The Avett Brothers, e gravado pela Borstal Records( gravadora da própria banda), o álbum é um pouco mais sombrio do que os anteriores, graças à faixa "Heart of The Sea". Com uma pegada mais grave e menos alegre do que o normal para o grupo, a faixa merece destaque das demais.




Com 43 minutos e 15 segundos, precisamente, o álbum é dividido em 12 faixas, sendo estas(Nome, duração, cada título tem link para um vídeo do youtube referente à obra):




1 - "Speed of Darkness" (4:08)


2 - "Revolution" (3:13)


3 - "Heart of The Sea" (3:43)


4 - "Don't Shut 'Em Down" (3:40)


5 - "The Power's Out" (4:39)


6 - "So Sail On" (2:47)


7 - "Saints & Sinners" (3:31)










12 - "Rise Up" (3:34)




Espero que vocês gostem da idéia dos links :)




A banda é composta por Dave King(Violão e vocal principal), Bridget Reagan(Violino, Tin Whistle- um tipo de flauta - e vocais em "A Prayer For Me In Silence"), Dennis Casey(Guitarra, violão e vocais), Matt Hensley(Acordeon, Concertina - um acordeonzinho pequeno - e vocais), Nathen Maxwell(Baixo e vocais), Bob Schmidt(Mandolin, Banjo e Bouzouki - um instrumento de cordas - e vocais) e George Schmidt (Bateria e Percussão em geral).




Além disso, os músicos convidados são Joe Kwon(do Avett Brothers, no cello), Rich Wiley (trompete), Ed Roth(piano) e Evan Hill(vocal de povo).




Isso ae galera, mesmo pra quem não curte o som Punk, fica a dica de uma banda com uma qualidade absurda ! Abraço a todos vocês !






Keep Rockin', Stay Heavy \,,/




E parafraseando um ícone do conhecimento musical de Belo Horizonte: "Gostas do delírio, Baby?"

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Apresentação!




Heavy Hail a todos ! Acabo de ser incorporado a essa equipe Rock 'n' Roll, e sou responsável pela novidade de trazer alguns lançamentos e críticas para vocês, Rockers!




Infelizmente não posso estar sempre postando, por falta de tempo, mas farei o possível para trazer a crítica dos álbuns das principais bandas do meio Rockeiro e Metálico. Estou aberto a sugestões de críticas, e podem me enviar e-mails no spades.criticas@hotmail.com




Farei o possível para atender o máximo possível de sugestões, e esclarecer quaisquer dúvidas de nossos leitores !!!




Começarei aqui com um álbum novo da célebre banda Britânica Saxon. Mestres dos tempos do NWOBHM, eles não se perderam no caminho. Continuam a fazer um Heavy de primeira, e sem a menor dúvida são uma das bandas mais influentes do metal.




Com um repertório que remonta ao Heavy clássico do NWOBHM, conseguiram com maestria reafirmar que o Metal está de pé e não balança !




Gravado nos estúdios Chapel, em Lincoln, e no Brighton Eletric Studios em Brighton, o álbum foi produzido por Biff Byford e por Toby Jepson( vocalista do Gun, e ex-vocalista do Little Angels ). Foi lançado primeiramente na Europa Central no dia 3 de Junho de 2011, e no restante do mundo no dia 6 do mesmo mês, sob os selos Militia Guard Music, UDR e EMI-UK.




O álbum tem ao todo 45'38'', divididos em 11 canções, na seguinte ordem:




1 - "Hammer of The Gods" (4'23'')


2 - "Back in '79" (3'28")


3 - "Surviving Against the Odds" (5'02'')


4 - "Mists of Avalon" (5'02'')


5 - "Call to Arms" (4'29'')


6 - "Chasing The Bullet" (4'14'')


7 - "Afterburner" (3'06")


8 - "When Doomsday Comes" (4'29'')


9 - "No Rest for The Wicked" (3'09'')


10 - "Ballad of The Working Man" (3'48")




e finalmente a 11ª faixa do álbum: Uma versão orquestrada de "Call to Arms" ainda mais tocante e bela com 1s a menos de duração (4'28").




3 palavras apenas para descrever o álbum: OBRA DE ARTE. Mesmo assim não é o suficiente. Um dos melhores álbuns do Saxon, na minha, e na opinião de muitos músicos, críticos e pessoas do ramo.




Os músicos envolvidos foram: Biff Byford nos vocais, Paul Quinn e Doug Scarratt nas guitarras. O baixo ficou por conta de Nibbs Carter e a bateria por Nigel Glockler. Nos teclados ninguém menos que Don Airey, que já tocou com o Purple, Jethro Tull, Rainbow, Sabbath, Whitesnake e etc. Só fera!




Destaque para as faixas "Hammer of The Gods" e "Mists of Avalon", espetaculares e memoráveis para a história da banda.




O CD sai a £7,93 , mas para aqueles que preferem o bolachão o Vinil sai a £19,95 ( preços do Amazon UK ) e a EUR 17,99 o CD e EUR18,99 na Europa ( preços do Amazon DE ).


Infelizmente não encontrei referência de preços nacionais para postar, mas a importação pelos sites citados sai indiscutivelmente mais barata do que comprar de uma loja em Território Brasileiro.




Abraços a todos e






STAY HEAVY \,,/